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No atual contexto econômico e em um cenário no qual se configuram mudanças importantes no mercado, é normal que muitos profissionais se questionem sobre o regime de trabalho ideal. Escolher entre ser CLT ou PJ é uma decisão que pode trazer sucesso ou problemas à carreira profissional.

Para decidir entre ter carteira assinada ou se tornar um microempreendedor, é fundamental entender que se tratam de atuações diferentes, tanto legalmente quanto na questão do modo como o profissional encara o trabalho. Se você quer descobrir as diferenças entre as duas modalidades, confira o post!

No atual contexto econômico e em um cenário no qual se configuram mudanças importantes no mercado, é normal que muitos profissionais se questionem sobre o regime de trabalho ideal.

Escolher entre ser CLT ou PJ é uma decisão que pode trazer sucesso ou problemas à carreira profissional.

Para decidir entre ter carteira assinada ou se tornar um microempreendedor, é fundamental entender que se tratam de atuações diferentes, tanto legalmente quanto na questão do modo como o profissional encara o trabalho.

Se você quer descobrir as diferenças entre as duas modalidades, confira o post!

Economia e mercado de trabalho

Com a economia do país em crise, a taxa de desemprego tende a crescer ainda mais em 2017. As expectativas não são, portanto, das melhores para o mercado de trabalho.

Porém, além do contexto econômico, o mercado também está passando por transformações. Nesse cenário, as formas e relações de trabalho estão sendo repensadas.

Muitas empresas vêm se dando conta de que o cumprimento de horário estabelecido pela CLT não está necessariamente relacionado à eficiência do trabalhador.

Alguns empregadores estão optando por pagar a equipe por resultados e não pelas horas de trabalho, por exemplo. Além de gastar menos com infraestrutura, estão ganhando em produtividade.

Por outro lado, esse processo de transformação é lento e não são todas as empresas que podem e desejam abrir mão da disponibilidade do funcionário possibilitada pelo regime tradicional de trabalho.

Também é fato que para muitos trabalhadores ter um vínculo garante benefícios e um pouco mais de estabilidade se comparado a outras formas de atuação.

CLT ou PJ: vantagens e desvantagens

Atuar como empregado e ser prestador de serviço têm vantagens e desvantagens que precisam ser levados em conta.

Analisar a sua situação de perto antes de decidir continuar como está ou mudar é essencial para escolher o caminho certo.

Para ajudar você a entender melhor as diferenças e as vantagens e desvantagens e escolher entre CLT ou PJ, explicamos tudo neste post. Confira!

CLT: direitos X obrigações

A sigla CLT significa Consolidação das Leis do Trabalho e remete a um conjunto de direitos e deveres que regulam a relação entre empregado e empregador no Brasil. Entre esses direitos, estão as férias, o FGTS, a previdência social e outros.

Essas normas servem para proteger o trabalhador, evitando abusos por parte das empresas.

Manter um empregado CLT, porém, tem um alto custo para o empregador, por isso o salário de um celetista tende a ser mais baixo do que a remuneração de um freelancer que trabalha como PJ.

No entanto, vale lembrar que ele tem direitos a benefícios que o prestador de serviços não tem.

Ser contratado como o regime da CLT não significa uma garantia total de estabilidade financeira. A possibilidade de demissão existe, mas caso isso aconteça, o trabalhador está protegido e tem os seus direitos garantidos.

Em caso de demissão sem justa causa, a empresa é obrigada a dar aviso prévio e arcar com indenização das férias integrais, indenização compensatória de 40% dos depósitos do FGTS, etc.

Outra vantagem de ser empregado é não ter que se preocupar com algumas questões, como o recolhimento de impostos, por exemplo.

Por outro lado, existe a obrigação do cumprimento de horários e do deslocamento até o local de trabalho e de responder à hierarquia empresarial.

PJ: autonomia X instabilidade financeira

Tornar-se uma Pessoa Jurídica (PJ) pode ser a melhor opção para alguns profissionais que trabalham como prestadores de serviços. Além disso, em algumas áreas esse regime de trabalho já está bastante consolidado.

Para ser PJ é necessário formalizar o negócio com um registro no Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) e recolher os devidos impostos.

Atuar como uma “empresa” se tornou mais fácil com a modalidade do Microempreendedor Individual (MEI). Os profissionais que tem rendimento de até R$ 60 mil/ano e que desempenham uma atividade que se enquadra como MEI podem se tornar PJ de forma simplificada e emitir Notas Fiscais.

Além disso, essa categoria garante uma carga tributária muito reduzida. Se não for o caso, de qualquer modo, o Simples Nacional deixou menos complexa e pesada a tributação para empresas com faturamento anual menor do que R$ 3.600.000.

A atuação como PJ vem ao encontro de uma nova mentalidade por parte de profissionais que desejam ganhar mais e ter liberdade para definir os seus horários e seu local de trabalho.

O home office está se tornando realidade e é uma forte tendência para o futuro. Contudo, nem toda a PJ trabalha de casa, e quem escolhe esse caminho precisa saber que o home office exige disciplina para realizar as tarefas “sem chefe”.

De qualquer modo, é evidente que trabalhar como PJ significa possuir mais autonomia e ter a possibilidade de escolher trabalhos e de atuar para mais de um cliente ao mesmo tempo.

Os pontos delicados dessa escolha referem-se à necessidade do profissional ter de arcar com todas as suas despesas (alimentação, transporte, plano de saúde, etc) e saber gerenciar a instabilidade financeira.

A falta de um salário fixo pode significar ganhar bem em um mês e em outro não ter rendimentos consideráveis.

Com o objetivo de fechar trabalhos constantemente e manter clientes é preciso conhecer o mercado e construir um bom networking.

Além disso, para se organizar e evitar ficar no vermelho, é fundamental ter um bom planejamento financeiro.

Para fazer a escolha certa

Antes de decidir qual é o melhor regime de trabalho para você, procure se informar sobre o seu mercado de atuação e avalie o seu caso.

Para não errar, não esqueça de levar em conta fatores como: perfil profissional, remuneração líquida, benefícios e horas trabalhadas. Só assim é possível entender o que realmente vale a pena para você.

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