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A sustentabilidade e o futuro de um negócio estão diretamente ligados a uma boa gestão financeira. Não importa se a sua empresa é grande ou pequena, administrar receitas e despesas de forma estruturada significa que você pode organizar melhor o seu dia a dia, focando em resultados mais positivos para o seu negócio.

A sustentabilidade e o futuro de um negócio estão diretamente ligados a uma boa gestão financeira. Não importa se a sua empresa é grande ou pequena, administrar receitas e despesas de forma estruturada significa que você pode organizar melhor o seu dia a dia, focando em resultados mais positivos para o seu negócio.

Uma boa gestão financeira oferece ao empreendedor um reflexo real sobre os negócios, servindo de parâmetro para se tomar boas decisões, evitar que a sua empresa se comprometa pela falta de recursos, ou, no pior cenário, quebre.

Ter o auxilio de um contador é essencial, porém a estruturação e o controle de atividades são tarefas da própria empresa. Por isso, o ideal é contar com um sistema que facilite esses processos.

Se você pretende fazer uma gestão financeira eficiente do seu negócio, acompanhe o passo a passo que preparamos no post de hoje.

1º Passo: Separe o dinheiro do seu negócio das despesas particulares

É muito comum que empreendedores, especialmente de pequenos negócios ou que atuam em empresas familiares, acabem misturando o caixa da empresa com o pessoal. Por mais que, na prática, a figura do empreendedor e da empresa muitas vezes se confunda, para estruturar um planejamento financeiro e fazer uma boa gestão é fundamental que esses dois caixas sejam muito bem separados.

2º Passo: Identifique as despesas e as receitas do seu negócio

Todos os lançamentos de uma empresa devem ser especificados, mesmo que os recebimentos ou pagamentos não tenham ocorrido. Para se chegar a um resultado simplificado do que a sua empresa representa em termos financeiros, é necessário subtrair de todas as suas receitas os custos, as despesas e os impostos. Essa conta já te dá um parâmetro sobre o lucro ou prejuízo do seu negócio.

Porém, todo empreendedor sabe que mensurar o lucro ou o prejuízo de uma empresa não é tão simples quanto fazer uma conta de subtração. Isso porque nem todo lançamento contábil corresponde a uma movimentação real do caixa da empresa.

Em outras palavras, supondo que sua empresa venda, hoje, um produto no valor de R$ 150,00, que foi parcelado em três vezes iguais. Por mais que você emita a nota fiscal e entregue a mercadoria, os valores só entram no caixa conforme o vencimento da venda parcelada.

Essa lógica não vale apenas para receitas, mas também para despesas, afinal a cobrança de tributos também pode ocorrer de forma trimestral, por exemplo.

Quando esse tipo de controle é feito por planilhas, é muito comum que o empreendedor acabe se perdendo. Graças à tecnologia, muitas empresas vêm optando pelos ERP’s (“Entreprise Resource Planning”), que são softwares que possibilitam a integração de informações gerenciais, automatizando processos e facilitando a gestão, especialmente de situações como a que descrevemos.

Um ERP contábil e financeiro pode resolver e estruturar toda a gestão financeira do seu negócio de forma bastante fácil e eficiente.  Ele permite a conciliação bancária da sua empresa, o cadastro de clientes e fornecedores e até o armazenamento eletrônico de documentos, tornando o controle financeiro muito mais facilitado.

3º Passo: Conheça o seu fluxo de caixa

Conhecer seu Fluxo de Caixa significa tomar nota de todas as previsões de entrada e saída, além do saldo durante um determinado período, que pode ser diário, semanal ou mensal. O ideal é que você faça a atualização do fluxo de caixa semanalmente, pois isso permite ter uma previsão das finanças para um futuro próximo.

Se os valores de entrada são negativos, por exemplo, é hora de tomar algumas providências para evitar atrasar as contas ou precisar adquirir um novo crédito.

Em momentos como estes, o empreendedor pode entrar em contato com clientes que já tenham sua confiança solicitando o adiantamento de pagamentos ou pedindo a autorização para o desconto de cheques pré-datados. Outra opção é ligar para os fornecedores de longa data, solicitando que esperem um pouco mais as cobranças, evitando, assim, os altos juros.

Quando não é possível solucionar as questões da empresa na forma de acordos, pode ser a hora de buscar recursos junto a operadoras de crédito. Em situações como essa, é necessário pesquisar e calcular se o empréstimo, de fato, vale a pena.

4º Passo: Organize a sua gestão de investimentos

Cedo ou tarde, quem abriu um negócio terá que lidar com demandas que exigem a modernização, o aumento ou a reestruturação da sua empresa. É natural se sentir inseguro, afinal, por mais que a demanda exista, nem sempre os valores de investimento são claros e indicam retorno certo para o negócio.

Por isso, muitos empreendedores acabam investindo recursos da própria empresa sem muito planejamento, o que acaba comprometendo o capital de giro. Diga-se de passagem, esse é um erro bastante comum. Com uma gestão financeira eficaz, é possível fazer previsões e analisar a viabilidade do investimento e, a partir disso, investir em um caixa só para isso, sem comprometer o capital de giro.

5º Passo: Preserve seu capital de giro

Como falamos acima, o capital de giro é fundamental para uma empresa, pois além de ajudar a manter as contas em dia, ele dá maior poder de negociação junto aos fornecedores e permite que o empreendedor ofereça um diferencial aos clientes na hora do pagamento.

Na medida em que crescem os negócios, o capital de giro também deve aumentar para que essas garantias sejam mantidas, caso contrário, existem grandes chances de você acabar comprometendo a saúde financeira da sua empresa.

6º Passo: Prepare-se para a crise

Será que você realmente conhece a origem das dificuldades financeiras do seu negócio? Muitos empreendedores pensam que o problema está na arrecadação de receitas, mas desconhecem quais são os custos variáveis ou indiretos, as despesas operacionais e os gastos extraordinários do seu negócio.

Para superar dificuldades provenientes da crise, é fundamental identificar esses tipos de custo para que as ações sejam tomadas com foco no problema, sem comprometer outros gastos.

Uma boa gestão financeira beneficia a empresa, pois ajuda a definir prioridades e direciona as ações do negócio. Hoje, empreendedores que lidam com empresas de pequeno, médio ou grande porte já contam com soluções que os colocam longe de planilhas complicadas e de difícil compreensão.

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